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sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Atualização Patrimônio - Outubro/2017


Eu estava lendo o texto do seu Madruga Investimentos intitulado Crônicas da Matrix Financeira: Luísa, a musa do protelariado e acabei me identificando com o "Peitinhos". Não sou um gordo tetudo, mas sempre fui aquele cara que não era muito popular com a mulherada. A Luísa do texto poderia ser a minha primeira namorada, a qual me colocou chifres com meio mundo mas foi a mulher que me ensinou o que era sexo de verdade. A menina era chegada na coisa, do tipo que não negava fogo por nada. Só dar uns beijinhos e já estava pronta.

Como sou de cidade pequena, a conheci porque o irmão dela namorava uma prima minha. O cara era de movimentos estudantis, apoiador do PuTê e depois se tornou ligado ao MST. Além desse irmão ela possuí uma irmã de quase a mesma idade, não possuíam nem 1 ano de diferença e eram muito parecidas. Alguns achavam até que eram gêmeas, bivitelinos no caso.

Na época em que namorávamos ela me traiu com meio mundo, mas acabou se relacionando mais com um rapaz rapaz negro de boa aparência e bom tipo físico. Mestre Centavos, era você seu safado?

Continuando, eu me mudei e fui estudar na capital de outro estado. Me formei, fui galgando empregos, namorei outras meninas e continuei minha vida. Como não casei, tive filhos e não me destruí na cachaça, consegui manter uma aparência razoável e até melhor que muitos dos meus colegas com os meus atuais 34 anos.Voltando alguns dias a minha cidade natal  durante o São João eu encontrei a turma. O irmão da minha ex se formou em Direito mas continuou se enrolando com o pessoal do MST, provavelmente vai se aproveitar desse engajamento e se tornar político. A irmã dela engravidou de um cara num carnaval desses mas foi experta o suficiente pra arrumar um cara mais velho que ganhava bem e estava disposto a assumir o filho dela. É uma relação do tipo "A Bela e A Fera", ela linda e o cara feio e mais velho. Continua muito bonita e agora mais bem cuidada pois "Money talks". Já a minha ex acabou engravidando do cara com a qual ela me traia, juntou, teve 3 filhos e separou. Agora está solteira e com 3 filhos. Ela estava trabalhando de auxiliar numa escola ou algo do tipo e voltou a morar com os pais pois provavelmente não tinha como se manter. Sinceramente me assustei ao ver a diferença entre ela e a irmã pois as duas eram quase gêmeas na aparência. Ela estava com o rosto degastado pelo sol e pelo cansaço, a barriga outrora sarada mostrava uma saliência, só pegaria hoje em dia muito bêbado. Como os pais não tem muita grana a mesma segue a vida como pode.

Eu não estou ganhando os 14 contos por mês como o "Peitinhos" mas tenho um bom salário, nem estou medonho. Só que foi perceptivo como a ex-cunhada me tratou como alegria quando me viu bem vestido e com boa aparência, até me apresentou ao marido dela. Talvez na esperança de eu salvar a vida da irmã. 


Ainda bem que não sou trouxa.


Segue o relatório de como ficou, comprei uns FIIs e CMIG3 só pra ver o governo soltar aquela notícia e elas desabarem.






Um abraço a todos


segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Churrasco da peãozada


Voltando ao assunto de churrasco, a umas semanas atrás eu fui no churrasco de um colega que não ganha nem 2 mil líquidos. Ele realmente seguiu o combo da destruição financeira, o qual talvez é ou digamos que seja "O Sonho" de muitos. Casou, teve filho e 2 cachorros, comprou carro fudido, golzinho bola amassado com a documentação atualmente atrasada, ele mesmo que me contou, e "adquiriu" a sua casa própria, um puxadinho no terraço da casa dos pais num bairro bem ruinzãozinho.  Churrasquinho que fui era do tipo "cada um leva o que vai beber", peguei 2 fardos de cerveja na promoção (Brahma a R$ 1,99) e fui pro lugar. Fui de ônibus e sozinho porque eu estava com um certo "preconceito" da vizinhança, se é que entendem.


Para terem uma ideia, ele me contou que pouco antes de eu chegar estava rolando uma festa que estava fechando a rua inteira, coisa grande mesmo, porque um traficante conhecido da "galera" havia sido solto. Um dos chamados "Baile do Mandela", eu nem sabia que tinha essa merda manifestação cultural por aqui. Pelo visto o cara era "muito querido" na comunidade.


Cheguei lá mais cedo que a maioria da turma, lavamos as latinhas e colocamos no isopor. Eu não posso falar muito da casa dos outros pois fui criado numa cidade pequena do interior da Bahia, cidade feinha mesmo, e casas normais lá são casas comuns nessas comunidades. Só que o que eu estranhei é que, apesar da casa ser simples, havia muitas tranqueiras eletrônicas tipo TV de led de  50' com aparelho Home Theater fodão, um som maneiro pra fazer uma baguncinha entre outras coisas. Típica pessoa que compra tudo que as propagandas dizem que são "TOPs". Hoje mesmo eu o vi procurando um celular novo pra comprar com um IPad em cima da mesa, de acordo com ele o Moto X dele já está ficando velho.

Pouco depois de mim a turma foi chegando aos poucos, não vieram muitos do trabalho e achei melhor assim. Senti mais liberdade pra poder encher a cara sem ficar preocupado de falarem merda no trabalho e eu me queimar com isso. Foram chegando vários amigos do cara, gente da vizinhança. Tô fazendo nada mesmo, tome cerveja barata pra dentro do bucho e vamos "socializar".

Conversas dos mais variados tipos, sobre comprar coisas de marca, comprar carro, estudo e emprego, violência na região e por aí vai. Algo que me chamou a atenção é que eu não podia expor muito as minhas opiniões reais porque aquelas pessoas ali eram o que muitos da blogosfera chamavam de "chimpas". Eram pessoas de poucas condições, financeiramente falando, e pouca educação. Eles falavam de umas coisas bobas que dava pra perceber que foram gravemente influenciados pela mídia. Aceitaram algumas afirmações impostas a eles pela massiva propaganda e acreditaram plenamente nisso.

Exemplos?

"O cara tem que ter uns panos maneiros!" - Este queria dizer que o sujeito tinha que se vestir bem e com roupas de marca.

"Um cara sem carro não é homem, mulher nem olha!" e "Só é difícil comprar o primeiro, depois damos e entrada e pegamos outro melhor!"- Sobre a necessidade de ter carro pra mostrar pros outros que tem.

"Pô, assim que eu terminar o supletivo vou fazer um curso técnico de informática também, depois faço computação pois vi que a profissão do futuro, fulano fez e já tá juntando as coisas!" - Avaliação na base do achismo e pelo que falaram pra ele.

"Que merda, aqueles vermes da polícia não respeitam pobres mesmo." - Falou um rapaz alguns minutos antes de compartilhar um cigarrinho do capeta(baseado) com o colega.

Deu pra perceber que era só a nata da sociedade né?

Eu estava só ouvindo e concordando, balançando a cabeça igual a um calango no sol. Algo que tento demonstrar com esse relato é que as pessoas mais pobres e com poucas informações sobre o real valor das coisas são as que consomem para poder dizer que tem e não saem do lugar ou afundam com isso. Gastam com tanta coisa de pouco valor prático na vida que não sobra dinheiro pra outras coisas. Esse colega mesmo estava fazendo faculdade e trancou porque "não tinha dinheiro" pra pagar a mensalidade mas, como disse anteriormente, queria trocar um celular que custa mais de 1000 reais por outro mais caro e mais novo.

Em um dado momento que esse colega, que era o anfitrião do churrasco, contou pra um amigo dele que eu era um dos "picas" lá do trabalho. Mentira pura, mas eu estava acima dele hierarquicamente falando. Só que aí a postura dos caras mudaram, começaram a tratar diferente, com mais respeito, como se não quisessem se queimar ou esperassem que eu conseguisse um emprego pra eles na empresa.

Sério? Pra que isso? A mentalidade dos caras é tão limitada assim a ponto de achar que ganhariam algo com isso? Tentando parecer "sérios" pra um cara bêbado que viu eles falando merda por horas?

Eu sai de um lugar pequeno no interior, vi muita coisa assim e sinceramente não consigo entender se eles realmente acreditavam que a recente mudança de atitude deles mudaria algo ou pelo menos como esse pessoal vive sem pensar no futuro.

Mas deixa pra lá, cada um vive a sua vida.

sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Casos da Vida Real - Lembranças de uma ex

A uns 10 anos atrás eu ainda estava no meio da faculdade e conheci uma mulher um pouco mais velha, eu tinha 23 e ela 26, que já tinha uma filha. Contou pra mim que já foi casada e que se separou porque o ex-marido batia nela. Detalhe que ela namorava com um cara do curso dela, feio que doía, que ela alegava que era muito ciumento. Disse que foi criada por outra família e que tinha sido abandonada pela mãe, disse ainda que a família tratava ela como empregada e por isso resolveu sair de casa.(Tudo mentira, contou várias mentiras sobre a família porque tinha feito tanta loucura que ficava com medo do pessoal entregar os podres dela)

Depois de um chá de bu**ta, comecei a namorar com a dita cuja, a mulher era boa de “serviço” pra caramba e me tratava como rei. Até aqui tudo bem. Um dia ela deixou o e-mail aberto e eu li uns e-mails dela, descobri que ela estava namorando ainda com o ex do curso dela quando já ficando comigo…………puuuuuuuuuuutaaaaaaaaaaaaaaaa!!!!!!!!, só bem comum ou quase normal hoje em dia.



Depois de alguns meses ela começou a dizer que estava achando que estava grávida e que iria fazer exames e que deveria conhecer a minha família no interior. Achei meio doideira mas levei ela pra conhecer o pessoal lá de casa. Minhas irmãs não gostaram dela de cara, mas não me falaram nada na época.

Não estava grávida porcaria nenhuma e provavelmente estava querendo saber se minha família tinha boas condições financeiras. Depois de um tempo que eu demonstrei que não estava querendo casar com ela, não sou tão burro assim. A dita cuja começou a negar “serviço” e quando eu tomava a iniciativa a mesma dizia que eu só pensava “naquilo”, começou a dizer pra uns conhecidos que eu era um tarado viciado em sexo e teve gente que acreditou. Fiquei puto quando soube e terminei.


Por azar de um amigo e colega de faculdade, o trouxa conheceu ela e começou a namorar, o cara fazia odontologia, um curso bem caro na época. Depois de uns tempos, conversando com ele o cara me conta que a mulher totalmente surtada durante uma discussão, pega uma faca e pula nele. O cara tinha quase 1,90 m e ela pouco mais de 1,50 m  de altura. Ele empurra ela e a mesma bate na parede. O barraco vai pra rua, chamam a polícia. Baseado no tamanho do cara e da mulher, acham que ele que estava batendo nela, ela estava com hematomas. Descobriram depois que ela se machucou sozinha, machucados auto-infligidos mesmo, se machucou pra poder foder com a vida do cara. Assinou termo e foi liberado pela polícia pra ir pra casa, não quis saber mais da mulher depois dessa merda toda.


Depois de outros tempos, eu encontro alguns conhecidos que me contam que essa mulher passou o rodo na faculdade, liberou geral mesmo e se fazia de santa. Eu é claro tomei umas galhas no período. A dona da república que ela morava me contou que essa mulher voltou pra casa do ex-marido e que na verdade o cara nunca havia batido nela. Na boa, devo ter tomado uns chifres ainda mas ter me livrado dessa bomba foi uma das maiores bençãos da minha vida.

Perfil da mulher:

Loira, uma raba enorme, ótima aparência, olhos verdes, bem inteligente, concursada como técnica num Orgão Federal e de boa família. Descobri que o pai dela era um engenheiro de metalurgia de ótimas condições financeiras, o pai e a mãe já tinham passado muita raiva com ela, e por isso não conversavam.

Uma bonitinha ordinária, só que o tempo pode ser cruel com as pessoas, 10 anos se passaram desde que eu namorei a criatura e essa semana eu vi as fotos dela e digamos que ela está numa versão invertida dessa moça abaixo.

Troque o antes e agora de lugar e vai entender o que estou falando.


segunda-feira, 24 de outubro de 2016

É só apontar e atirar, né? - Amigo querendo ser trader.

Eu tenho um amigo policial que nesse final de semana veio me questionar se eu estou ganhando dinheiro na bolsa, o mesmo sabe que compro ações e me perguntou se eu faço "Day Trades", ele não foi o primeiro, mas eu achei interessante pelo perfil do sujeito querendo entrar nesse mundo. Imagine um daqueles caras grandalhões da tropa de choque, pai de família e meio "radical" em suas opiniões, mas que conhece tanto de finanças quanto eu conheço de armamento bélico e tiro, ou seja, nada ou quase nada.


Provavelmente ele ouviu algum chamado do canto da sereia, alguma notícia falando que a ação tal subiu 200% em alguns dias, que a bolsa de valores está bombando e que "Agora vai!" ou até mesmo algum parente/amigo/conhecido que ganhou um monte de dinheiro fazendo alguma operação.

Mas vamos lá..............

A primeira coisa que eu fiz foi dar um banho de água fria no cara. Falei que fazer "Day trades" era uma das coisas mais arriscadas que haviam na bolsa e que, se ele quisesse entrar mesmo nessa, deveria estudar muito sobre o assunto, depois usar uma conta "demonstração" durante uns 6 meses pra praticar. Mas se, e somente se, ele fosse macho pra caramba, gostasse de arriscar o dinheiro dele e queria levar tapa na cara do mercado, fosse pra uma conta real com tamanho reduzido nas operações. Isso pra ele diminuir o prejuízo e durar tempo suficiente pra aprender. Expliquei ainda que faria mal pro bolso e pro psicológico dele, pois ganhar dinheiro é bom, só que perder dinheiro nos deixa muito estressados.

Nesse momento ele veio me contar que tem uns amigos que estão operando na bolsa e só estão tendo lucros.
Eu tentando não chamar o meu amigo de burro ingênuo.

Acabei lembrando o que um amigo meu que opera na bolsa e tem lucros consistentes disse:

"A maioria adora contar vantagem das porradas que dá, mas nunca conta as voadoras que toma."

Sim é isso mesmo, mesmo os verdadeiros traders de elite, os profissionais, tem dias ruins e até meses ruins, tendo vários prejuízos. Sendo que eles investiram pesado na educação e em ferramentas pra ajudarem eles a operar, montando trade rooms e conprando/alugando sistemas como robôs do Metatrader, um Proftchart PRO e outras do tipo que não conheço. Demorando dias pra criar uma estratégia e depois testá-la muito pra ter certeza de que ela é realmente vencedora ou não.

Tentei explicar isso a ele e o mesmo me disse que os caras já tinham a estratégia pronta, mas não queriam ensiná-lo de graça, só se ele pagasse uma boa grana. Eu disse que achava justo, porque além da estratégia eles teriam que ensinar toda a parte psicológica do trade e várias premissas sobre análise gráfica e de fluxo, pois mesmo se eles dessem a ele a receita do bolo, a parte simples e automática, ele não faria igual aos amigos já que não entenderia as premissas.

Depois de muito pensar, eu resolvi demonstrar como era com uma analogia que ele entendesse.

Imagine que eu te pedisse pra me ensinar a atirar e você apenas me disse que é só "Apontar e apertar o gatilho".
Primeira tentativa minha.

"Agora eu, munido dessa informação fosse tentar atirar sozinho no meio de uma guerra. Onde eu tento atirar num alvo parado, mas o alvo não fica parado e tenta atirar em mim. Pior ainda, o alvo teve um treinamento melhor e atira melhor que eu. Além de nós tem gente tentando atirar em mim e nele ao mesmo tempo."

O que você acha que iria acontecer?
No melhor das hipóteses.

Mas beleza, eu sou teimoso e aprendi a atirar com uma pistolinha e agora quero aumentar a mão? A parte operacional do trade fala isso, você não pode operar pequeno da mesma forma que opera grande, por causa da liquidez e do risco de ficar "pendurado". Fora o fato de quando tomamos uma prejuízo dói muito mais quando a mão é maior e depois do primeiro prejuízo ficamos com muito medo de tomar outro, o psicológico entra em frangalhos.

Segura o tranco meu querido.


No final, eu tive que explicar pra ele o que era Buy & Hold e outras coisas sobre a bolsa. Recomendei estudar bastante antes dele entrar nesse mercado, pois somente as corretoras e o governo que sempre ganham em qualquer operação.

Vou discorrer mais sobre o assunto depois mas já deu pra entender que, como ele, várias pessoas são atraídas para a bolsa de valores com a promessa de altos ganhos sem nem ao menos saber do que se trata. Uma verdadeira armadilha para as sardinhas.

Um abraço a todos!

domingo, 16 de outubro de 2016

Eu me tornarei um "Sugar Daddy"?

Na noite passada eu fui a uma festa sozinho só pra ver o "movimento" e acabei comprovando o que Pobretão e o Investidor Troll tem falado muito. Na maioria das vezes nem vale a pena perder o tempo com as "civis". A menos que você seja um cara bonito, sem grana e bom de lábia, coisas que eu não sou, o custo de tempo + paciência + gastos com a balada + a falta de expectativa de retorno torna os encontros casuais nessas festas inviáveis. A menos que se esteja interessado em ir pra um lugar desse e tentar encontrar uma mulher pra relacionamento a longo prazo e/ou batalhar uma PPK pra ter o prazer da caça e conquista, algo que melhoraria muito a minha auto-estima, é financeiramente muito mais simples ir direto as profissionais. Normalmente mais barato e garantido. Eu devo ter gastado uns 150 reais considerando entrada + bebidas + locomoção, isso sem fazer quase nada. O valor que gastei dava pra ir receber uma bela "massagem" depois de um dia estressante e ir pra casa dormir tranquilo.

Digo isso porque eu ainda estou naquela incerteza se meu relacionamento  irá continuar e fico pensando sobre o meu futuro sozinho ou não.

Nesta festa que eu fui acabei encontrando um antigo gerente de uma empresa que já trabalhei. Acredito que ele já esteja aposentado pela idade que já tinha na época. Algo por volta dos 50-60 anos. Ele estava com uma mulher linda, baixinha de olhos claros. Ela tinha jeito de menina ainda, não devia ter nem 20 anos. Estava usando um vestido meio creme/bege/estampado/sei lá que era leve e ficava marcando o meio das nádegas. Quando ela levantava o braço dava pra ver que havia um sutiã preto de renda segurando os seios de tamanho médios ainda durinhos pela idade. Essa moça, com certeza profissional do ramo do entretenimento masculino, dançava e sorria abraçada com esse cara de tal modo que, se não fosse a enorme diferença de idade, daria até para acreditar que estavam apaixonados.

Fiquei tentando calcular quanto custou o "investimento". Por fim, eu cabei imaginando que aquele sujeito barrigudo com os braços finos poderia ser eu no futuro. Será que eu estarei disposto ao fazer o mesmo ou iria preferir uma velha pra me encher o saco mas que ficaria comigo até os meu últimos dias?

Fazendo uma conta de simples fica fácil entender que pra ele, um homem que ganhou uma boa grana e se aposentou numa situação financeira muito boa, que era muito mais viável psicológica e financeiramente contratar essas moças do que arrumar uma mulher de mais idade e que provavelmente também estariam interessadas na grana dele, alguém que as desse segurança financeira. Pelo menos ele deveria estar mantendo uma relação muito mais sincera com as profissionais. E eu acho que ele está muito correto, pelo menos até um certo ponto.


Convenhamos, vc preferiria a atenção de "Dona Maria" acima pelos valores informados ou passar o fim dos seus dias amando e cuidando da "Dona Maria" abaixo?

Como eu disse, o cara devia ter seus 60 anos, então a comparação é essa mesmo ou tu tá achando que plano de saúde pra gente idosa é barato?


E essa relação de Amor x Interesse não exclusividade masculina não. Para terem uma ideia, vou te contar um relato meu mesmo que aconteceu a mais de 12 anos atrás, quando eu havia acabado de me mudar pra cá e ainda estava na faculdade.

Na época eu nem sabia dançar nada e tinha interesse em aprender, mas tava naquela pindaíba padrão de estudante universitário. Só que o pai de um amigo meu me contou uma vez que ele ganhava dinheiro para dançar com as mulheres mais velhas nos antigos bailes que ia, daqueles que só tocavam dança de salão tipo bolero e seresta. Fiquei sabendo que havia um num bairro melhorzinho aqui e resolvi ir na cara dura mesmo, eu tinha pouca grana mas tinha uma disposição enorme na época.
Chegando ao local, vi que não tinha quase ninguém na porta e fiquei até na dúvida se era ali mesmo. Uma senhora que estava recolhendo a grana da entrada me confirmou que era ali e me mandou entrar, isso sem eu pagar nada. Até estranhei, mas de graça até injeção na testa. O local não era muito grande, mas era bem arrumado, possuía ar-condicionado e uma pista encerada de madeira no meio do salão.

Me sentei num canto vazio e fiquei observando. Logo percebi que havia uns rapazes com idades por volta dos 20 anos que estavam em pé conversando e usando a mesma roupa. Um senhor de cabelo comprido entregava umas fichinhas pras senhoras. As senhoras iam entregando as fichas pros rapazes e tirando eles pra dançar. Haviam muitas no delas no local, mas também haviam alguns casais. Acabei puxando assunto com um dos caras pra entender e me explicaram que eles faziam aula de dança gratuitamente e aquelas fichinhas eram pagas, as senhoras pagavam ao professor pra dançar com eles.


Conversando mais, ele me contou que a maioria das senhoras ali eram mulheres de boa condição financeira, desde funcionárias públicas de cargo alto a viúvas de empresários. Lembro que uma delas se interessou por mim, era uma senhora morena com seus 40-50 anos, siliconada, bem emperiquitada, dava pra ver que era do tipo "Mulher sozinha com dinheiro". Ela trabalhava em algum órgão federal desses, tinha 2 filhos já grandes e estava sozinha ali. Eu deixei pra lá, mas no final da noite eu a vi saindo com um dos rapazes no carro. Teve outra situação onde uma dona de um restaurante no RJ que tracei, ela estava aqui de férias, uma mulher de 39 anos baixinha e gostosa, queria me levar pra morar junto com ela no RJ e tive o maior trabalho pra fugir pois ela me ligava todos os dias.

Mas percebam até aqui, que o que eu quero dizer é que quem tem capacidade financeira, "come bem". Seja homem ou mulher.

Ainda não sei qual será o meu futuro, mas espero ter a disposição deste senhorzinho.

Um abraço a todos!


quarta-feira, 9 de março de 2016

Casos da Vida Real: Meus amigos.

Essa semana eu estava olhando o Facebook de uns antigos amigos e colegas de escola. Estudamos durante 6 anos na mesma escola e nós bagunçávamos a aula com frequência, até quando eu mudei de cidade. As vezes os visito, mas agora fica difícil pela distância.

O "AmigoA" era gordinho e feio, mas era de família rica, sempre teve tudo que sonhei, o danado tinha carro disponível bem antes de ter carteira de motorista. Em cidades pequenas como eu nasci, os poucos policiais que existiam faziam vista grossa pra esse tipo de coisa, já que eles sabiam quem eram os pais dos garotos que dirigiam. Desse modo, se o moleque não fizesse nenhuma merda eles também não apertavam. Além do mais esse "AmigoA" tinha de tudo, uns pitbulls de pedigree super fodas, os mais diversos vídeo-games e os brinquedos que queria.

O "AmigoB" era do tipo atleta do colégio, não era o cara mais bonito do pedaço, mas era muito popular com a turma. Sempre era um dos primeiros a serem chamados pro time de futebol e coisas do tipo. A família do "AmigoB" tinha alguma condição financeira, mas não era nada excepcional, o pai dele era um trabalhador normal como muitos por aí.

Nós

Os meus amigos nunca foram muito de estudar, admito que nem eu, só fui estudar mesmo porque vi que precisava de uma porcaria de diploma nessa porcaria de país.

Eu já morava em outra cidade quando soube que a namorada do "AmigoA" estava grávida, era notório que a moça não era santa, mas a moça era bem bonita pra esse meu "AmigoA" e ele estava muito feliz e tudo bem. A família desse amigo tinha dinheiro e bancou todos os cuidados pro menino nascer bem e viveram juntos por uns tempos. Depois de muitas brigas e traições os 2 se separaram.

O "AmigoB" se mudou de cidade algum tempo depois e acabou voltando pra casa por ter feito umas burradas, como não gostava de estudar ele hoje trabalha como frentista de um posto de gasolina do tio. (Sério isso, eu o vi lá quando fui visitar a minha família no Natal.)

O pai do "AmigoA" faleceu e ele herdou tudo, ficou rico e vive curtindo a vida com uma garota bem mais nova e muito gostosa, ainda continua feio pra chuchu. Sempre vejo fotos dele com o filho pescando e na praia.

Olhando as fotos do Facebook do "AmigoA" nessa semana, percebo que o filho dele é a cara cagada e cuspida do "AmigoB" na mesma idade, não precisaria nem de teste de DNA. O garoto está com uns 15 anos, idade essa que andávamos juntos e por isso eu me lembro bem. Se eu que estou longe percebi, muitos outros que moram perto também perceberam.

Situação semelhante a essa do nosso querido exterminador. Joseph Baena nasceu de uma pulada de cerca do Arnold.

Acredito que as pessoas não falam nada porque ele criou o menino a vida toda e os 2 amigos se conhecem a muito tempo, não dá pra estragar uma amizade assim. Talvez os 2 até saibam e passaram por cima disso, não sei ao certo. Eu também não tenho coragem de perguntar. 

Afinal a vagabunda moça deve ter pensado no que era melhor pro filho dela. 

Eu só queria comentar com vocês, já que acho melhor pensarem bem ao fazer algumas coisas na vida.

Um abraço.


PS: Acreditem vcs ou não, essa história é real e eu mesmo estou impressionado com isso.