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sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Casos da Vida Real - A crise e mulheres sem o dom pra ser puta.

Acho que estou ficando com umas sequelas semelhantes ao do Pobretão para escrever isso mas........

Ontem eu fui ao supermercado e, depois de comprar umas cervejas e petiscos, me peguei olhando pra uma embaladora/repositora do supermercado. Ela muito diferente das outras quase como uma vela no meio da escuridão. A embaladora era bem bonita, bem diferente das demais. Eu já tinha visto umas moças bonitinhas trabalhando no supermercado mas nunca como ela. Parecia aquelas mulheres que usam em propaganda de empresas, falo das que aparecem pra serem promotoras de vendas. Sendo que aquele supermercado é bem porqueira mesmo, um supermercado de pobre com poucas opções de produtos e um pouco desorganizado.

Fiquei imaginando o que essa moça estava pensando da vida trabalhando num lugar como aquele. Talvez tenha sido o efeito da crise, não conseguiu emprego em outro lugar, precisava trabalhar pra ganhar dinheiro e acabou ali.


Ela poderia ser facilmente um vendedora de shopping, recepcionista gata de alguma empresa que só fica lá mesmo pra ser vista na entrada, alguma "sugar baby" de um velho tarado, profissional do céqsu, qualquer coisa menos um trabalho pesado e ruim como aquele. Estava usando o uniforme do supermercado com aquelas botas pretas de pedreiro mas mesmo assim chamava a atenção dos homens por onde passava.

Lembro que outra vez que eu vi uma mulher como ela num serviço do tipo foi quando eu trabalhava em outra empresa. Um dia apareceu uma moça loira de olhos verdes, magrinha e linda trabalhando na limpeza da sala na qual eu trabalhava. Me fiz o mesmo questionamento que me fiz agora e resolvi ficar quieto e na minha. Tempos depois ela desapareceu de lá e a secretária do meu chefe veio me contar que a moça era "esposa" de um traficante em um bairro perigoso daqui e estava tentando sair fora dele. Arrumou aquele emprego pois era a única coisa que ela sabia fazer na vida, limpar a casa, já que ela não tinha instrução e nunca havia trabalhado fora de casa.

Imagine encontrar a Carolina Dieckman limpando o seu andar.

Resultado: Um dia alguém deu em cima dessa faxineira e o marido traficante foi lá na porta da empresa armado pra tirar satisfação com o "engraçadinho".

Essa semana eu reparei na faxineira daqui do prédio, uma senhora já de idade com um olhar triste e um aparência de já ter sido judiada pela vida, sempre trabalha muito silenciosa. Só hoje que eu estava parado tomando um café sozinho na copa e comecei a olhar melhor pra ela, normalmente os faxineiros terceirizados são muito esquecidos pelos outros funcionários, apesar do trabalho deles ser muito mais importante do que de alguns por aqui.

A faxineira tinha os olhos claros, um cabelo castanho liso um pouco mal cuidado, estava acima do peso e com a pele com manchas de queimaduras solares. Só que reparando bem, dava pra ver que ela era uma mulher que foi bem estragada pelo tempo. Não sei dizer o que aconteceu na vida dela, mas imagino que era uma dessas garotas bonitas e sem juízo que vemos por aí, que provavelmente chutou muito cara sério e trabalhador por que sempre se envolvia um cara bonito e aventureiro, não deve ter investido nos estudos e acabou aqui.

Não, ela não era assim, só estou de zueira.

Do outro lado da moeda eu vejo uma gerente daqui, ela é grandona e desengonçada. Tem uma barriga de cerveja, uma pele flácida de quem nunca foi chegado a fazer exercícios na vida, fala alto e dá pra perceber que não bate muito bem da "bola". Como dizia minha mãe, ela parece ser "fraca das ideias". Ela deve ter uma idade próxima a da faxineira que comentei mais acima. Só que diferente da senhora anterior, ela estudou e alcançou um crescimento profissional muito bom. Pelo que sei ela é casada com um engenheiro aposentado que tem algum problema na perna ou no quadril, não sei dizer o que exatamente. Eu o vi andando com ela uma vez no shopping e o mesmo anda de muletas.
Sim, dinheiro e maquiagem faz muita diferença.

Em questão de aparência o rosto dela está melhor que a faxineira, trabalha bem menos e ganha bem mais, mas dá pra perceber que não era grande coisa quando era jovem. Até mesmo porque eu já a vi almoçando com a filha e a garota é bem "sem sal".


Olha ela aí sem.


Acho que escrevi isso tudo pra mim mesmo, pois aqui no trabalho, só tenho colegas sem sal e fico desejando aparecer alguém pra poder "descansar os olhos". Fico bobo ao encontrar mulheres tão bonitas em empregos que poucos querem.

Podem me criticar, dessa vez eu mereço.

Um abraço a todos.

10 comentários:

  1. Mano essas minas são um prato cheio para ativar o PAC-B.

    Um tempo fiquei viciado nessas caixas de supermercado, etc. No geral em mulheres que ocupam posições sociais baixas, é muito fácil conseguir sexo se você tiver alguns atributos.

    Outra, quando conhecemos a REAL ficamos avaliando a vida de todos a nosso redor. Porque são o que são? O que fazem? Por que fazem?

    Anôn
    Aguardando meu velho morrer, para desfrutar da herança.

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  2. "Podem criticar?" Que isso. Dei maior valor ao post. Parecia que era eu que tinha escrito. Me identifico com casos assim da vida real.

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  3. Também fico imaginando isso...o que essa mulherada bonita fez para parar em sub-empregos, ja que poderiam ter arranjado bons casamentos.

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  4. Meu amigo essa é clássica.

    Basta você ganhar um pouquinho a mais do que elas que é foda garantida.

    Olha o diabinho...
    http://central-bufalo.blogspot.com.br/2012/01/dicas-pra-sair-do-zero-zero.html

    Abraços!

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  5. Ambiente de trabalho é fogo, somos cercados de gente sem sal e acabamos as vezes pensando e notando coisas fora do comum !!!

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  6. COnheço uma faxineira loira dos olhos verdes que na epoca "boa" deve ter aproveitado bastante. Hoje ja com seus 40 anos nao eh la essas coisas... Mas conversando com ela da pra percebr pq ela esta la.

    Se tivesse estudado um pouco que fosse ja estaria bem melhor, penso eu. A vida abre portas para pessoas bonitas, só saber aproveitar.

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  7. Essa última foto vai me tirar o sono hoje à noite. Parece o Gollum do Senhor dos Anéis.

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  8. Falaê, Canguino.

    O maior problema em dar em cima de mulher bonita/gostosa subempregada é que ela pode muito bem ser uma marmita de bandido, como você mesmo relatou no caso da loira que era a depósito de porra preferida do traficante.

    O segundo maior problema, pelo menos aqui em Hellorizonte, é que mesmo as vileiras mais vagabundas e periferentas são extremamente arrogantes e sonham todo dia com o príncipe (ou bandido) encantado: mal ganham o mínimo e querem um cara com carro top que encha a cara de Red Label, para sair pelas baladas e impressionar as "amigas". Se forem minimamente bonitas então, já era... o ego infla até a estratosfera só porque postam fotos do decote no Facebook e ganham trocentos likes, mesmo que ela more num cafofo longe de tudo.

    Sempre quando vejo uma subempregada bonita ou comível aqui em Belo Bostonte eu sempre analiso a personalidade (pra ver se ela não é arrogante) e também as relações dela, especialmente do passado (pra ver se ela não é ou foi brinquedo sexual de marginal). Nas raras vezes em que a barra tá limpa, já vou com tudo pra cima, considerando inclusive usar o PAC-B (coisa que nunca precisei fazer, mas não descarto).

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  9. Aê Mano, sou de Salvador sei bem como é ver uma moça bonita sub empregada aqui, acho o povo soteropolitano muito feio, por conta de ser a cidade que mais tem negros fora da África.
    Aqui só gente rica é bonita, se vejo uma pobre bonita, dos dois um: Ou não é daqui, ou tem algo muito errado com ela.

    Abraço.

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